IVVB11: Investindo mensalmente nas 500 maiores empresas americanas! - Investidor Inglês | Rumo a Independência Financeira

IVVB11: Investindo mensalmente nas 500 maiores empresas americanas!


Após as últimas da Turquia, na qual o colapso pode ser mais grave do que parece, o dólar disparou. Ele como sempre não? Enquanto escrevo o dólar está cotado a R$3,92 sendo que antes do efeito turco, estava flertando ir abaixo dos R$3,70.

Um jeito de se beneficiar das disparadas do dólar é investir em ativos atrelados a ele, como as empresas de celulose Fibria, Suzano. Também podemos ir direto na fonte investindo em empresas americanas.

E uma das formas de ir direto na fonte sem precisar abrir conta em uma corretora americana é através dos ETFs IVVB11 e SPXI11. Este último pretendo escrever em um futuro post.

Voltando, neste post apresento um estudo de compras mensais sobre o ETF IVVB11. O estudo se baseará nos outros já postados aqui, no qual você pode acessa-los no menu superior aqui do blog.

Logo, você verá;


Vamos ao estudo!


IVVB1: Compras mensais deste ETF


Após montar um comparativo entre BOVA11 e PIBB11, resolvi matar a minha curiosidade e acredito que a de alguns em saber como se sai uma compra mensal do IVVB11. Caso não conheça este ETF, saiba que ele simplesmente investe nas 500 maiores empresas americanas.

Confira mais informações sobre ele no post Mais retorno e menos risco do KB Investimentos.

Período


A simulação é de 4 anos devido ao inicio da operação do fundo em 2014. Logo, temos 48 compras sendo a última em 11/06/2018.

Por ora, a intenção deste post é saber apenas o montante acumulado. Portanto, não fiz cálculos de rentabilidade. Se quiser ajudar, sinta-se a vontade! 😅😅😅



Parâmetros


Montei esse estudo utilizando como base os estudos anteriores com alguns ajustes. As cotações  foram retirados do site Infomoney. Vejamos;

  • Compras mensais todo dia 10 ou no próximo dia útil.
  • Aportes iniciando em R$500,00.
  • Ajustei os aportes simulando uma inflação de 5% ao ano devido a tornar o estudo mais "real".
  • Simulei uma corretagem fixa de R$10,00 e custódia mensal de R$10,80.
  • As compras são a soma de aporte + sobras do mês anterior - corretagem - custódia.


IVVB11: Capital Acumulado em 4 anos


investindo em empresas americanas - IVVB11
Belo gráfico não?


Caso fosse possível comprar o IVVB11 desde seu lançamento, pois no inicio só investidor qualificado tinha acesso a ele, o investidor que comprasse 500 reais todo santo mês corrigindo os aportes em 5% ao ano, teria na data de 11/06/2018 a bagatela de R$39.606,93.

No período acumulou 363 cotas tendo aportado a quantia de R$27.007,27. Hmm, nada mal hein?

Na data de hoje (13/08), caso o investidor não realizasse mais aportes desde então, teria o total de R$42.267,72. Olha o efeito dólar ai...

Nesta simulação seu custo ficou em R$1.019,20 somando corretagem e custódia. Caso o investidor conseguisse se livrar da custódia, coisa que hoje é factível, seu custo cairia para R$490,00 e seu investimento subiria para R$40.370,70.

O total de cotas subiria para 370.

Conclusão


Volto a repetir o que disse nos outros estudos, 4 anos é um período curto para se avaliar um ativo. Logo, isso passa longe de ser a intenção disso aqui. Como dito no inicio do post, esse estudo é para matar minha curiosidade em saber como se saiu um investimento tendo como base o dólar.

Também reforço que não é intenção deste post comparar o ativo em si com o dólar. A ideia é simplesmente saber quanto de capital você acumularia investindo no IVVB11.

Bom, acima vimos que os aportes de 27 mil viraram 39 mil. Caso resolvesse vender, o investidor pagaria 15% de imposto sobre o lucro. Seria preciso encontrar o preço médio de compra para calcular o imposto. Acredito que no final ficaria com uns 37 mil. Não fiz o cálculo.

Mas, para quem está rumo a independência financeira, vender agora não é o objetivo.

E para brincar, fiz uma comparação entre ele e o BOVA11. O resultado foi de 7 mil a menos para quem optou por ele. É BOVA, não foi dessa vez... Sei que a comparação não é justa, afinal são as 500 maiores empresas americanas contra o nosso índice. Mas fiz mesmo assim. 😀     

E ai, o que achou do estudo?  Dúvidas, críticas, sugestões... Deixe seu comentário!

Bônus: Planilha de Estudo


Clique aqui para baixar a planilha utilizada aqui. Nela você encontrará como cheguei aos valores deste estudo... Caso queira simular outros valores, deixei um comentário indicando os lugares para tal.

Também deixei uma simulação de compra mensal envolvendo BOVA e IVVB ou PIBB e IVVB. 

Confere lá e conte aqui o que achou!






See ya!

IVVB11: Investindo mensalmente nas 500 maiores empresas americanas! IVVB11: Investindo mensalmente nas 500 maiores empresas americanas! Reviewed by Investidor Inglês on 00:00 Rating: 5

22 comentários:

  1. Tentei baixar a planilha mas deu "not found".

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  2. Fála II,
    Muito interessante esta simulação! Ainda assim, é ter a opção de ter rendimentos melhores que os investimentos mais comuns oferecidos e conhecidos por aí (poupança e CDBs,...).
    Ainda assim, eu particularmente, não gosto de ETFs, por eu não ter perfil. Acho que temos condições, aos poucos, de formar nossa própria carteira.
    Mas para quem não quer ter o trabalho de formar carteira e estudar, os ETFs podem ser sim uma opção interessante, desde que escolhido com critério.
    Um abraço,
    @-@ Ativos for Change

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    1. Fala Ativos,

      Valeu! Entendo você. Mas estou mudando de ideia quanto a alguns ETFs. Esse do post me chama bastante atenção. Também tenho planos para Bova ou Pibb. Acredito ser interessante usa-los para ganho de capital. Estou estudando essa estratégia.

      Abraço!

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  3. Show de estudo mais uma vez. Obrigado II. Abcs

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  4. Também não gosto de ETF brasileiro. Melhor investir direto em ativos fora.

    Meus ETF no exterior não estão acompanhando as ações.

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    1. Interessante. O IVVB11 apresentou um resultado legal comparado a BOVA, PIBB... Lógico que rentabilidade passada não é rentabilidade futura, mas para quem não quer investir fora, o IVVB11 é uma opção.

      Vou acompanhar pra ver

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  5. II,

    Gostei do seu post, muito interessante.

    Boa semana!

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  6. Acabei de terminar de escrever um artigo sobre essa alta do dólar e devo postar ainda até o final dessa semana, mas basicamente me pergunto se essa alta do dólar e baixa da bolsa é uma oportunidade ou um sinal de alerta para oq ainda está por vir?

    Sr. IF365

    Blog do Sr.IF365 | Acompanhe meus últimos 365 dias antes da IF e Aposentadoria Antecipada
    www.srif365.com

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    1. Vejo alguns encararem como um sinal de alerta. Eu não sei avaliar, logo, sigo minha estratégia.

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  7. O IVVB11 é a forma mais fácil de "dolarizar" seu patrimônio, hoje. Melhor que ele só investindo diretamente lá fora.

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  8. Olá II,

    É até covardia comparar com Ibov neste período.

    Até 2007, o ibov matou a pão, mas como todo voo de galinha o Brasil tem estado estagnado há 10 anos.

    Abçs!

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    1. Olá I.Internacional,

      É sim, muito covardia rs. Mas não resisti em comparar

      Abraço!

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  9. Inglês, você investe em ETF's? Não seria mais interessante montar a própria carteira sem ETF nenhum? Porque dentro dessas 500 maiores empresas, podem ter tanto empresas boas, quanto empresas ruins. Essas ruins podem puxar o resultado para baixo, mais do que seria se você mesmo escolhesse as empresas americanas que quer investir, não acha?

    Outra pergunta: tem uma parte do texto que você diz "Um jeito de se beneficiar das disparadas do dólar é investir em ativos atrelados a ele, como as empresas de celulose Fibria, Suzano." Interessante, nunca tinha pensando nisso. Mas a hora de entrar nessas empresas é quando o dólar aumenta, como agora, ou quando está na baixa, para poder tirar mais proveito quando ele aumentar? (ou a lógica não é essa?).

    Depois você continua: "Também podemos ir direto na fonte investindo em empresas americanas." Mas o ideal não seria investir direto nas empresas americanas quando o dólar estivesse baixo? Comprar as empresas das bolsas americanas com o dólar alto vai terminar desvalorizando o dinheiro.

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    1. Calvin,

      Não invisto não. Pelo menos por enquanto. Sinceramente, estudo a opção de investir neles. O mercado americano é muito grande... Por ora tenho umas 5 ações lá e pretendo que continue assim.

      O certo é entrar quando o dólar está baixo. Agora não é uma boa hora não para entrar nessas empresas (Fibria, Suzano).

      Já quanto a investir diretamente nos EUA, sim, o ideal é quando o dólar está baixo. Mas, aqui você pode alocar pequenas quantias enquanto ele está alto, e quando baixar, aportar valores mais altos.

      É uma ideia.

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  10. Poderia fazer um estudo sobre o SPXI11 ? Desde já, agradeço

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    1. Olá Joobert,

      Está nos planos fazer. Vou pesquisar mais sobre esse ETF.

      Valeu!

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  11. Prezado II, parabéns pelo post!

    Eu gosto desse tipo de estudo, pois mostra que a disciplina de aportes regulares e a paciência para esperar o resultado são armas poderosíssimas para construção de Riqueza.

    É fato também que o S&P 500 está num Bull Market desde 2009, daí vários estudos de compras periódicas nessa janela serão muito vencedores.

    Por fim, o que não gosto dos ETFs no Brasil é que não tem nenhuma isenção de IR para ganho de capital. É uma desvantagem importante.

    Apesar da barreira inicial (que é muito psicológica), abrir uma conta no exterior está bem mais fácil do que antes, inclusive com valores pequenos, e o envio de recursos está muito acessível.
    Isso deixou o processo de comprar os ETFs no exterior bem mais fácil, e nesses é possível ter a isenção de IR no ganho de capital.
    Por esses motivos nunca comprei ETF no Brasil, só no exterior.

    Um abraço e vamos em frente!

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    1. Olá MD, obrigado!

      É verdade, o índice S&P 500 está numa ascendente faz um tempo já e isso corrobora com o resultado. Sobre os ETFs no Brasil, a questão do IR é um contra que quem vai investir precisa estar ciente. Quando for se desfazer, dependendo do preço médio tomara paulada do leão rs

      Sobre o exterior, tenho um estudo que em breve eu publico. Aguarde!

      Abraço e vamo que vamo!

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